Bem, cá
estamos nós, mais uma para a coleção, mais uma para mais tarde recordar, mais
uma relação que vais ser preservada como uma memória para mais tarde contar ao
netos, com aquele sentimento, enquanto falamos, que podia ter havido mais ou
então era o destino, era o que estava escrito e nada havia a fazer…
Dizem que para uma relação existir há que haver sentimento e desejo de ambas as parte, e sim, é verdade, é a pura filosofia do amor. Mas e quando há um lado que não quer? Quando há um lado que não tem nem sentimento, nem querer ou desejo para continuar…? Nesse cenário o amor deixa de iluminar a relação, a chama que ardeu tão repentinamente logo passa a nada, apenas cinzas de desolação… Algo que outrora era um Jardim do Éden mais que perfeito passa a uma Babilônia hedionda e entristecida.
Ficar sem alguém que nos marcou tanto, que nos fez ser felizes nem que seja por breves momentos, que nos fez lutar contra tudo e todos, alguém que nós amávamos, é algo que o ser humano não está preparado, algo que nos faz repensar o nosso propósito no universo, é como se nos roubassem uma parte da nossa alma, como se a vontade de respirar ficasse mais escassa a cada batimento do nosso quebrado e gelado coração.
Após um desgosto amoroso, ter o coração despedaçado é algo horrível, algo que ninguém quer experienciar ou voltar a sentir, mas ás vezes quebrar o coração de outra pessoa pode ser equivalente ou até mesmo pior… Pois quando esse alguém termina o relacionamento isso magoa-nos, sim é penoso, mas quebrar o espirito de alguém, de saber que o culpado da dor e sofrimento da nossa outrora alma-gêmea somos nós, bem, isso também é devastador. È como se perfurasse-mos uma adega no nosso coração e arrancasse-mos cada órgão, um por um, até que lentamente a luz se apagasse e apenas a escuridão e o vazio preenchesse a nossa alma.
Essa dor é incomparável a qualquer outra. Não estamos só a deixar alguém ir, mas estamos a perder uma parte de nós, uma página do livro da nossa vida, queimando-a e deixando apenas as cinzas que com ajuda do vento e do tempo brevemente se desvanecerão.
Os dias que se seguem, são frios, pálidos e dolorosos mas nada há a fazer foi uma opção que teve de ser tomada, talvez por o desejo da nossa felicidade ou pela de outra pessoa, mas no final das contas pouco importa, pois está feito, não há volta a dar. E isso vai nos enfraquecer, quebrar o nosso espírito, fazer-nos gritar por dentro como se algo quisesse sair de dentro do nosso corpo, e no final do dia somos nós que temos de usar aquela máscara, esconder o que nos vai na alma, não deixar que ninguém se aperceba da agonia que carregamos e ajudar os outros quando por dentro somos nós quem grita desesperadamente por ajuda… Mas ser forte é uma virtude é algo que precisamos de ser, força vai ser o que nos vai manter vivos, a respirar, a seguir em frente pois a vida são dois dias (e o carnaval são três), e ainda somos jovens , há tanto para descobrir, tanto para viver, pode ter acabado, pode não existir mais, mas as memorias ficam, e não falo das más mas sim aquelas que cada vez que nos descobrem o seu caminho até á nossa mente e nos fazem esboçar um sorriso, apesar daquela lágrima rolar pelo nosso rosto… Mas essas memórias são o nosso prémio, o prémio que mesmo que tenha sido por pouco tempo, fizemos alguém feliz e isso é um dos objetivos da vida, fazer alguém feliz e ser feliz com a felicidade alheia é meio caminho andado para a nossa própria felicidade…
A vida continua, e ela é bela, como as borboletas, criaturas perfeitas que em qualquer lado que passem fazem o ser humano parar e admirar a sua beleza, algo tão majestoso porém tão pequeno mas com um impacto tão grande na nossa vida, mesmo que nem sequer tenhamos conhecimento disso, elas são um bom exemplo que deveríamos seguir.
Sê forte e acredita em ti, mas acima de tudo sai, percorre caminhos desconhecidos, viaja por esse belo mundo e sê feliz!
Dizem que para uma relação existir há que haver sentimento e desejo de ambas as parte, e sim, é verdade, é a pura filosofia do amor. Mas e quando há um lado que não quer? Quando há um lado que não tem nem sentimento, nem querer ou desejo para continuar…? Nesse cenário o amor deixa de iluminar a relação, a chama que ardeu tão repentinamente logo passa a nada, apenas cinzas de desolação… Algo que outrora era um Jardim do Éden mais que perfeito passa a uma Babilônia hedionda e entristecida.
Ficar sem alguém que nos marcou tanto, que nos fez ser felizes nem que seja por breves momentos, que nos fez lutar contra tudo e todos, alguém que nós amávamos, é algo que o ser humano não está preparado, algo que nos faz repensar o nosso propósito no universo, é como se nos roubassem uma parte da nossa alma, como se a vontade de respirar ficasse mais escassa a cada batimento do nosso quebrado e gelado coração.
Após um desgosto amoroso, ter o coração despedaçado é algo horrível, algo que ninguém quer experienciar ou voltar a sentir, mas ás vezes quebrar o coração de outra pessoa pode ser equivalente ou até mesmo pior… Pois quando esse alguém termina o relacionamento isso magoa-nos, sim é penoso, mas quebrar o espirito de alguém, de saber que o culpado da dor e sofrimento da nossa outrora alma-gêmea somos nós, bem, isso também é devastador. È como se perfurasse-mos uma adega no nosso coração e arrancasse-mos cada órgão, um por um, até que lentamente a luz se apagasse e apenas a escuridão e o vazio preenchesse a nossa alma.
Essa dor é incomparável a qualquer outra. Não estamos só a deixar alguém ir, mas estamos a perder uma parte de nós, uma página do livro da nossa vida, queimando-a e deixando apenas as cinzas que com ajuda do vento e do tempo brevemente se desvanecerão.
Os dias que se seguem, são frios, pálidos e dolorosos mas nada há a fazer foi uma opção que teve de ser tomada, talvez por o desejo da nossa felicidade ou pela de outra pessoa, mas no final das contas pouco importa, pois está feito, não há volta a dar. E isso vai nos enfraquecer, quebrar o nosso espírito, fazer-nos gritar por dentro como se algo quisesse sair de dentro do nosso corpo, e no final do dia somos nós que temos de usar aquela máscara, esconder o que nos vai na alma, não deixar que ninguém se aperceba da agonia que carregamos e ajudar os outros quando por dentro somos nós quem grita desesperadamente por ajuda… Mas ser forte é uma virtude é algo que precisamos de ser, força vai ser o que nos vai manter vivos, a respirar, a seguir em frente pois a vida são dois dias (e o carnaval são três), e ainda somos jovens , há tanto para descobrir, tanto para viver, pode ter acabado, pode não existir mais, mas as memorias ficam, e não falo das más mas sim aquelas que cada vez que nos descobrem o seu caminho até á nossa mente e nos fazem esboçar um sorriso, apesar daquela lágrima rolar pelo nosso rosto… Mas essas memórias são o nosso prémio, o prémio que mesmo que tenha sido por pouco tempo, fizemos alguém feliz e isso é um dos objetivos da vida, fazer alguém feliz e ser feliz com a felicidade alheia é meio caminho andado para a nossa própria felicidade…
A vida continua, e ela é bela, como as borboletas, criaturas perfeitas que em qualquer lado que passem fazem o ser humano parar e admirar a sua beleza, algo tão majestoso porém tão pequeno mas com um impacto tão grande na nossa vida, mesmo que nem sequer tenhamos conhecimento disso, elas são um bom exemplo que deveríamos seguir.
Sê forte e acredita em ti, mas acima de tudo sai, percorre caminhos desconhecidos, viaja por esse belo mundo e sê feliz!
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